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terça-feira, 29 de outubro de 2013

Dracula | Primeiras Impressões


Atenção: Isto não é uma review, isto é uma súplica para a NBC não flopar com esta série. 

Primeiramente, desculpem o atraso, mas não foi possível fazer o post no fim de semana por motivos de: ENEM. Não adiantou nada porque eu fui muito mal, mas tanto faz.
Em segundo lugar, Dracula aparentemente já conquistou o público. O que mais se viu na internet, ultimamente, foi pessoas comentando o quanto amaram o piloto da série, isso além de implorarem por uma série tão boa quanto o primeiro episódio, coisa que, convenhamos, a NBC não faz com muita frequência.
Se bem que com a estreia da nova temporada de Grimm e a estreia de The Blacklist, o nível da emissora elevou bastante se comparado aos últimos anos, cheio de séries flopadas e novelas mexicanas.
Bom, Dracula é uma série de época, que se passa na Inglaterra. Achei interessante a sofisticação dos personagens e do círculo principal. A formalidade e traços de época bastante reais, pelo que se sabe, a série conseguiu quase que trazer certa atualidade para o século passado, ou talvez antes disso.
Eu, particularmente, não achei o piloto essa Coca-Cola toda. Analisando o episódio isolado, sem contar com o futuro da série, que ainda é incerto, não achei que foi um piloto incrível que me prendeu tanto assim. Mas no final, quando as coisas se esclarecem um pouco mais, tudo indicou que a série tem futuro sim, e isso pode ser fenomenal.
Alexander Grayson, O drácula. Não estamos falando de vampiros melosos que estamos acostumados a ver ultimamente (indireta pra Crepúsculo). Não estou criticando a saga, ou outras séries atuais que abordam esse tema, mas é evidente a diferença dos vampiros que aparecem lá com a espécie que Dracula mostra. 
Acontece que o mundo modernizou, e os vampiros também. Dracula resgata a imagem vampiresca que existiu há anos. Não tem como comprar Edward com Grayson, é como se um fosse a "evolução" do outro, tanto que a série não se passa nos tempos atuais, comprovando que aqueles vampiros são antigos, os que deram origem à atual classificação.
Comparações à parte, ficou evidente que Alexander Grayson é O vampiro macabro. O personagem estava morto, e com um tipo de ritual foi ressuscitado. Ele está em busca de vingança. Ao que me parece, o motivo é o que os meros mortais fizeram aos vampiros, uma espécie de massacre que tirou a vida de vários, inclusive do protagonista.
Ele está de volta para conseguir essa vingança e logo no primeiro episódio avista uma mulher com a qual ele se relacionou no passado, quando estava vivo. Outra vida? Talvez. Mas é a mesma mulher!


Ok, vamos resumir as MINHAS primeiras impressões em um único parágrafo (porque eu não fiz isso antes?):
Dracula promete muito, muito mesmo. O piloto não me surpreendeu tanto quanto eu esperava, talvez por eu ter criado altas expectativas para a série?! Não sei. De qualquer forma, a série tem muita história pra contar, e uma história incrível, por sinal. Eu espero que não fuja ao foco principal, porque isso é chato. Torço para uma série sem enrolação e com muitos momentos UAU. Tem muitos mistérios a serem resolvidos, como aquela loira lutadora que mantém uma vampira em cativeiro, talvez isso esteja ligado à sede de vingança. A relação de Alexander com passado-presente também é outra coisa muito interessante que a série traz de uma maneira muito bacana. Dracula agradou o público e tem tudo para continuar agradando, então, por favor NBC, não estrague o enredo. Obrigado!

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Ravenswood | Primeiras Impressões


Hey Liars, pós-episódio de Halloween, ganhamos a spin-off de Pretty Little Liars, que, então, vamos ver o que temos pra comentar sobre ela hm?!
Bom, não dá pra falar de Ravenswood sem falar de PLL, logo, terei de falar um pouco sobre o episódio que passou antes da estréia de Ravens, só o essencial.
Caleb embarcou em um ônibus rumo a Ravenswood e pegou no sono e conheceu uma garota, que, sem sombra de dúvidas, carrega com ela uma bagagem cheia de mistérios. Miranda, a garota cheia de mistérios, sendo a maioria ou todos de calão familiar, desabafou muito com Caleb e acabou passando uma impressão de química entre os dois. Pobre Hanna, será? Bom, quase acabando a introdução de PLL pra Ravens, Hanna acaba deixando/empurrando/jogando/liberando o Caleb pra ajudar Miranda. Foi provavelmente a coisa mais sem noção que Marlene já fez (Produtora Executiva de ambas as séries). Bom, pra finalizar e entrarmos realmente no mundo de Ravenswood, Caleb e Miranda encontram uma cova no cemitério com seus nomes e suas fotos. E é aqui que a spin-off começa.

Ok, Caleb ficou pra ajudar Miranda e ambos ficaram na casa de um tio desconhecido e muito estranho de Miranda. Um cara tão estranho que não demonstrou nenhuma emoção durante todo o episódio e que trabalha com mortos, sua casa é uma espécie de funerária, sim, uma funerária. Isso responde o que já era suspeito sobre Ravenswood ser uma spin-off com um suspense e uma obscuridade muito maior do que PLL.
Miranda é corajosa, mas, também uma personagem estranha. Ela aborda o tio perguntando o porque de ter sido abandonada, não recebe as respostas que quer e começa a procurar por si mesma. Dentre isso, Caleb vai descobrindo suas interligações com a cidade.
Personagens vão sendo acrescentados no decorrer do episódio e a maioria, jovens e com alguns mistérios individuais que com certeza se encaixarão no decorrer de tudo.
Duas outras famílias também ganham mais reconhecimento logo nesse episódio, a família Matheson tem seu pai assassinado e a principal suspeita é sua esposa, sendo que ainda sobram dois irmãos, um garoto (pra lá de perturbado) e uma garota (que provavelmente era a popular da cidade). A outra família que ganha destaque rápido é a família que cuida dos jornais noticiários da cidade, com uma filha que "namora" o garoto perturbado e tem esse namoro completamente desaprovado pelo pai.



Ok, o que mais dizer da série? O suspense está mais dark, obscuro e tem alguns espíritos que estão aparecendo, alguns "monstros" que são heranças que a cidade tem depois de ter sido submergida e matado muita gente.
Há tormentos acontecendo com Miranda e Caleb, o que é difícil de analisar se são as entidades estranhas ou o tio de Miranda, vou apostar nas entidades. Acredito que sejam as entidade, já que a série não esconde os rostos estranhos, deformados ou caracteres molhados nas cenas.
Caleb, Miranda e a jornalista pesquisam algumas coisas e descobrem que as pessoas idênticas a eles eram ancestrais, o que não faz tanta diferença até então. Por fim, os três vão atrás de mais resposta, encontram e dão carona para a popular (que ganhou um banho num desfile que estava acontecendo na cidade) e seu irmão perturbado, decidem não falar sobre nada com os dois e ao passar próximo a ponte, um espirito/espectro/fantasma os assusta e coloca o carro direto, submerso no rio. Fim.
Sim, fim.
Ravenswood - Promo 1x02 Death And The Maiden

Mas onde estão as ligações com as liars de PLL? E sobre "-A"?
Bom, a spin-off não tem que particularmente ter uma ligação direta, a ligação indireta, sendo a cidade Ravenswood é o suficiente, por mais que estivéssemos esperando algo a mais.
E você? O que achou?

Até a próxima Liars!

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Super Fun Night | Primeiras Impressões


Sinopse: "Pelos últimos 13 anos, três amigas nerds solteiras têm passado as noites de sexta-feira procurando algum tipo de diversão — isso até que uma delas, Kimmie Boubier, decide elevar o nível dessas festas, depois de fazer amizade com um advogado."

Provavelmente, apenas com algumas promos da série eu já conseguiria convencer a muitos a assistirem essa nova série do grupo ABC.
Não preciso nem dizer que é fácil de rir com gordinhas e gordinhos né?! Nada contra, aliás, amo pessoas gordinhas. E nessa série, com certeza dá pra rir e se divertir muito com situações cheias de "gordices".
Kimmie, Helen-Alice, e Marika, são as gordinhas da vez, as protagonistas da série que apenas com esse piloto com certeza provam que vão nos fazer rolar de rir, se é que entenderam hm?! 
Kimmie, interpretada por Rebel Wilson, é a principal das três amigas e é sobre ela a maior abordagem da série. Suas situações são abordadas desde o primeiro minuto do episódio e é bem trabalhada por usar de flashbacks da memória da personagem. Kimmie e suas amigas saem a procura de "aventuras" noturnas durante as sextas, o que é da nome a série de "Super Fun Night", traduzido ao pé da letra para "Noite Super Divertida".
Não é apenas sobre noites e noitadas que a série abordará, claro que tem um cara no meio de tudo e é óbvio que durante o episódio e com certeza, durante toda a série, teremos uma vadia magra e que se acha tudo de bom e tentará estragar as noites de diversão e até mesmo a vida da gordinha favorita do show.


O primeiro episódio se trata inicialmente de uma apresentação das três amigas, do trabalho de Kimmie e principalmente de um trauma que ela tem desde sua infância.
Seu trauma envolve sua apresentação frente a muitas pessoas, de qualquer coisa, mas que nasceu com seu hobbie em cantar.
Uma amizade, uma sexta a noite, um convidado especial e inesperado e uma vadia que acredita seduzir com uma música que não tem nada a ver com a situação ou com o que ela planeja.
Um grande diferencial que já pode ser notado no piloto da série é que o personagem masculino, Richard Royce, não é um garotão estereotipo de um cara extremamente bonito. Ele é um cara normal, porém, de certa forma atraente e que não importa com aparências, ou, que pelo menos, é o que demonstra inicialmente.




Espero que assistam, gostem e compartilhem com a gente o que acharam dessa estréia. Começamos a review da série um pouquinho atrasados mas estaremos extremamente bem atualizados dela em pouquíssimo tempo. Qual o nome que poderemos dar para os fãs da série? FunNighters? Quero sugestões. Até a próxima.



segunda-feira, 14 de outubro de 2013

The Tomorrow People | Primeiras Impressões


JUMPERS COM MAIS PODERES... OPA, DARTH VADERS ADOLESCENTES… PERA QUE AGORA EU ACERTO: THE TOMORROW PEOPLE. BOA SÉRIE, MAS INFELIZMENTE SOFRE DA CRISE DA CW: CLICHÊ ADOLESCENTE.


Lucifer, demitido depois de sua participação em Supernatural ter acabado de maneira trágica, resolve caçar Jumpers. Ok, não é essa a sinopse da série, mas um fato sobre Tomorrow People  é que ela não é nem um pouco original. Não é tirar méritos dela, porque uma série clichê ainda pode ser uma boa série, mas The Tomorrow People é como um recorte de diversas séries e filmes colocados juntos para formar o ULTIMATE CLICHÊ PACKAGE.

Se você é um adolescente que sofre bullying na escola, é estranho, e, de preferência, não conhece o seu pai, você provavelmente vai descobrir que tem super poderes em breve :D
Ou pelo menos é isso que todas as séries e filmes do mundo querem que você pense. Você pode ser um alien, pode ser um mutante, pode ser um bruxo, pode ser um agente secreto mirim (FBI adora procurar adolescentes para serem agentes), pode ser picado por uma aranha radioativa em breve, enfim, você vai ser especial.

The Tomorrow People é exatamente isso. Um cara normal que vive com a mãe, que sofre com os populares do colégio e acha que o pai é um fracassado descobre que o pai não é um fracassado e que na verdade é um mutante, e que ele herdou os genes, pronto para poder se vingar dos seus bullys na cena seguinte. A partir desse momento ele percebe que nunca teve um problema e sim era especial. Se você não vomitou até agora, espere que vem mais. 

Claro que você precisa de um vilão. E quem melhor do que o tio do protagonista, com inveja dos poderes do irmão (provavelmente, mas não é dito dessa maneira) que resolve caçar todos os Tomorrow People com seu time, chamados de ULTRA. E é claro que os Amanhã também tem um time para proteger sua raça, OS X-MEN (não), o time não tem nome mas parece ser bem útil na proteção.

Nos dramas internos, temos o antigo líder do grupo com ciúmes de sua namorada que passa metade do seu tempo dentro da mente do protagonista (dá pra imaginar o porque do ciúme?), e também com medo de perder o lugar de líder já que tem uma pessoa mais poderosa (porque você sabe como funciona nos filmes: se você treinou por 10 anos pra fazer uma coisa, vai surgir um novato que tem todos esses poderes naturalmente e ainda vai ser mais foda que você em todos eles) chegando.

Com a ajuda de um supercomputador com inteligência artificial (ok, eles nem tão fazendo esforço para serem originais), os heróis tem a simplicidade  de procurar tudo o que querem com apenas o som da própria voz e ainda receberem concelhos sobre paternidade! Viva a tecnologia. 

Mas eu já to me prolongando aqui, e falando até mais do que queria, então eu só vou dizer que a série tem sim potencial mesmo sendo clichê. É divertida, rápida, as atuações são razoavelmente boas para uma série adolescente e o elenco vai te deixar com aquele pensamento de “eu já não te vi antes?” o episódio todo. Trabalha com clichês, mas de maneira correta até. Se você não ligar de assistir o que já assistiu antes diversas vezes, ainda é um prato cheio. Eu vou continuar vendo por mais alguns episódios. Acho que dá pra melhorar muito e parece estar indo nesse caminho.

Promo 1x02 - In too Deep"I'm not offering you a choice"

domingo, 13 de outubro de 2013

Once Upon A Time In Wonderland | Primeiras Impressões


O que dizer dessa série que mal começou, mas já flopou pakas?
Bom, defeito foi o que não faltou nesse piloto, mas eu vou (tentar) me focar um pouco mais em alguns pontos positivos. Se é que teve mais de um.
A primeira cena com o flashback da pequena Alice saindo do buraco e indo encontrar o pai foi até bonitinha, mas ainda acho que não conseguiu ser bom o suficiente.
Nunca parei pra ler a história ao pé da letra não, todas as minhas referências sobre Wonderland são baseadas no filme do Tim Burton, que eu ainda vi pelas metades.
Depois vemos ela já crescida, internada em um manicômio (já que pra todas as pessoas, as histórias que ela relatavam era pura insanidade) e mais flashbacks são mostrados, de todas as vezes que ela esteve em Wonderland. Inclusive mostra como o seu noivo Cyrus "morreu".
To completamente apaixonado pela fofisse do Will, o valete que costumava trabalhar pra Rainha de Copas (vulga Cora). Mesmo que ele esteja ajudando a Alice a encontrar o Cyrus, eu to torçendo é pra que ele fique com ela. E não duvido nada que isso aconteça, até porque já ficou claro que rola uma química entre eles.
E aquela cena dela sendo quase atacada pelo gato? PQP! Eu achava que os efeitos de OUAT fossem ruins, mas os dessa spin-off se mostraram piores ainda. Aquela cena final então, com aquelas árvores parecendo que foram produzidas para a peça de teatro da escola. Esse é um dos pontos em que a ABC mais peca.
A cena deles sendo engolidos pela aquela espécie de gosma,também flopou muito]! Eles tavam lá tipo, sem nenhuma reação e depois simplesmente se apoiam em uma coisa que eu não me preocupei e m lembrar o nome, e simplesmente saem lindamente.
Não sei nem o que falar sobre esse projeto de vilã denominada Rainha Vermelha. PQP! Que mulher que atua mal! Não consegue passar nenhum tipo de emoção, e ainda é tão botocada quando a musa do Brasil Geisy Arruda. Separadas na maternidade? Acho que deveriam ter feito mais jus á essa vilã.
Aquele tal de Jafar pra mim tá completamente random, até porque eu nunca me preocupei com a história do Alladin.
Bom, é mais ou menos só isso que rolou nessa premiere, eu particularmente me decepcionei muito, até porque eu esperava que fosse uma história de tirar o fôlego, e foi apenas 'um piloto de uma série que não vai muito pra frente'. Mas ainda assim estou esperançoso de que por algum milagre eles consigam dar uma melhorada nela.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Betrayal | Primeiras Impressões


Betrayal, nova série da ABC, sendo exibida logo depois de Revenge nos domingos, parte do mesmo princípio que outros diversos filmes já seguiram para tratar de traição. Mas o tema é o suficiente pra manter as pessoas interessadas em uma série? Ou se tornará uma das maiores falhas da fall season? Sem meio termo, Betrayal provavelmente vai ser destruída sem tempo para reagir. Pelo menos a ABC gosta de por fins em suas séries...

O episódio começa com uma mulher baleada duas vezes e caindo inconsciente. E não, não estamos falando do começo da terceira temporada de Revenge, estamos falando da estreia de Betrayal, que foi exibida uma hora depois da mesma cena ter passado na outra série do canal. Provavelmente foi um bom motivo para boa parte das pessoas desligarem a tv, afinal, você não quer assistir de novo o que acabou de assistir. Essa foi a falha que condenou a série ao cancelamento futuro.


 É então que começa a verdadeira história da série, seis meses antes dos tiros serem disparados, que é onde a série alcança seu auge. Vemos  Sara Hanley, uma fotógrafa, em seu dia a dia, tentando lidar com um marido que não lhe dá atenção e se preparando para participar da exibição de uma galeria que exibe algumas fotos suas. É quando ela conhece Jack McAllister, um homem também casado que estava na exposição.

Durante todos esses acontecimentos que definem o caminho que a série vai tomar, temos uma sensação incrível de que algo vai dar terrivelmente errado. A troca de olhares, a primeira conversa, o marido de Sara que a observa, a trilha sonora bastante tensa, e com sete minutos de episódio o logo da série aparece: BETRAYAL. Aqui acaba uma das melhores introduções de piloto que a ABC poderia ter criado. Daqui pra frente é ladeira abaixo.



Logo em seguida, com um clima bem leve que nem parece que estamos vendo a mesma série, Betrayal se transforma numa comédia romântica daquelas que todo mundo já viu diversas iguais. Jack se encontra novamente com Sara sem querer. Jack e Sara trocaram telefones, depois telefonaram e decidiram se encontrar. O Jack sugeriu uma lanchonete, mas a Sara tinha que pegar um trem e viajar. (kkkkkkkkkkk, Legião Urbana ajudando a contar a história). Eles se encontram de novo, ela deixa cair o cachecol, e ele obviamente vai atrás pra devolver (você já viu esse filme centenas de vezes).  Com caminhadas pela praia, os dois desenvolvem uma boa relação. (esse filme você também viu).


Num jantar, os dois revelam que nunca se sentiram assim com mais ninguém (porque isso é uma série de tv, então em 20min vocês já têm que estar completamente apaixonados e ignorar os filhos e conjugues que tem, porque o tempo do episódio esta acabando).  Então eles alugam um quarto de hotel, só que não têm coragem de ir até o fim, por uma ligação de Drew, marido de Sara, perguntando onde estava o livro infantil do filho deles. Com remorso, ela apenas fica deitada conversando com Jack ao invés de fazer algo grave.

Depois de um tempo, os dois já estão decididos que não querem mais ter um caso, e é então que eles têm um caso.



Como trama secundária, Jack é o advogado de uma empresa que descobre que uma das pessoas da família do dono e membro da empresa pode está roubando dinheiro dos fundos. Quando o filho do dono, TJ, resolve questionar o tio, principal suspeito do roubo, o tio aparece morto e jogado no rio logo em seguida. TJ então se torna o principal suspeito do assassinato, o que vai ser irônico se os dois forem inocentes! Não que alguém esteja se importando com isso, porque é bem indiferente até agora e o único motivo de ser interessante está em seguida.

No melhor estilo triângulo amoroso, o advogado de acusação é nada mais nada menos que o marido de Sara, Drew Hayward, e o advogado de defesa é Jack, o amante. Quando ela percebe o que esta acontecendo, ela entra em choque, deixa cair uma garrafa de vinho que faz apenas barulho de rolar no chão, mas que depois aparece quebrada.


Sem muita originalidade, a série trata de maneira comum um tema comum e com certeza não vai atrair a atenção do público. Mas eu vou assistir o resto e ver como fica, afinal, da primeira temporada ela não passa mesmo!


Promo do Segundo Episódio -  1x02 "...Except When A Bear Is Chasing You"
"I know you've been seeing someone"

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D | Primeiras Impressões

Finalmente estreou uma das séries mais aguardadas dessa Fall Season, desde que foi confirmada pela ABC.

  Agents of SHIELD traz uma "continuação" do filme The Avengers (Os Vingadores) de 2012. 

   Cronologicamente, a série se passa após a reunião dos heróis mais importantes do universo da Marvel, em Nova York, para deterem Loki, impedindo que o mesmo destruísse não só a cidade, como também o resto do mundo.

   Apesar de Hulk, Thor, Viúva Negra, Gavião Arqueiro, Homem de Ferro e Capitão América não aparecerem no piloto da série, fica bem claro que a série segue os mesmos moldes do filme, porém, neste caso, focando mais na agência SHIELD.

   Logo no começo do episódio conhecemos o primeiro herói inédito. Em uma explosão de um prédio, um homem misterioso usa seus poderes para salvar uma mulher que lá estava. Na tentativa de se esconder, ele acaba sendo filmado e perseguido por outra mulher, até então desconhecida. 

   Durante o episódio descobrimos coisas que já eram previstas, como por exemplo, Agente Phil Coulson, aquele fã de Capitão América que fez ciúmes em Tony Stark no filme Os Vingadores. 

    Mesmo que o filme mostre que o agente estava morto, a série traz a verdade sobre o acontecido. Tudo não passou de uma morte forjada, que visava incentivar os heróis a trabalharem em conjunto.

   Skye, a menina que filma e segue o encapuzado salvador da donzela no prédio. Ela nada mais é que uma hacker, atrevida. Disposta a fazer qualquer coisa que cause polêmica, qualquer treta.

   No piloto também conhecemos os agentes Fitz e Simmons, dois nerds especializados pela SHIELD.

   Melinda May e Agente Ward também aparecem no primeiro episódios. Ambos são uns dos melhores agentes da agência.

   No decorrer do episódio percebemos claramente que o universo é idêntico ao do filme. O que eu acredito que fosse um dos principais medo dos fãs, alterar alguma coisa relacionada ao filme, não aconteceu. 

   A esperança de que apareça algum herói dos principais ainda continua. Em algumas fotos que circulam pela internet, é possível perceber sinais que SUPOSTAMENTE seriam de aparições do Hulk e Homem de Ferro, porém nada confirmado até o momento.

   

   O que surpreende, ou não, no primeiro episódio é a tecnologia que a SHIELD dispõe. Digo que talvez não surpreenda, visto que já era de se esperar que a maior agência de heróis do universo (Marvel).

   De qualquer forma, a alta tecnologia da SHIELD sempre é de cair o queixo. Além de vermos uma mesa de controle de ponta, no final do episódio acontece aquela loucura com o carro de Phil.

   As expectativas que restam para o próximo episódio são mais que boas. O episódio bateu recorde da ABC, sendo a melhor estreia da emissora em 4 anos. 

   Uma das estreias mais aguardadas para esse ano, fez jus à espera, mostrando ser uma excelente série, preparada para atrair inúmeros espectadores e continuar na TV por vários anos. 

   Não se sabe ao certo se haverá alguma relação entre Os Vingadores 2 (2015) e a série, até porque nada garante que a série continue até lá, mas expectativas já circulam pela internet.

Mom | Review 1x01 Pilot e Primeiras Impressões

Como é uma série do Chuck Lorre (The Big Bang Theory, Two and a Half Men, Mike & Molly), Mom já carrega nas costas a missão de ser engraçada e cativante, mostrando isso logo nas primeiras cenas. Confesso ter achado que a protagonista Christy (Anna Faris) estava na TPM, pois a garçonete chorava enquanto atendia aos pedidos dos fregueses, além de ter que cantar parabéns para uma senhora. Depois entendi o desespero, ela só queria ser psicóloga, mas nem terminou o colegial, então ser considerada “boa garçonete” é demais pra quem tem um emprego qualquer. Antes da abertura, temos uma surpresa: a participação especial de Jon Cryer (Alan Harper, TAAHM), arrancando gritos da platéia.

A próxima cena tem uma das frases mais engraçadas do episódio. Chegando em casa, a Mom vê o namorado da sua filha sair pela janela. Cenas entre pais e filhos conversando sobre sexo sempre nos fazem dar boas risadas e essa não foi diferente. Tentando dar conselhos para a filha sobre sexo na adolescência, Christy solta a pérola: “Eu engravidei de você quando ainda era adolescente, e não me leve a mal, mas isso arruinou minha vida”. Pensei que com o filho mais ia ser diferente, mas nem ele aguenta o jeito “psicólogo de ser” da mãe, e ainda por cima arruinou a noite dela com o chefe.

Agora vemos o outro lado da moeda, a relação da Mom com a sua Mom. Depois de perder o trabalho pra ir no show de talentos do filho que não aconteceu e soltar um “son-of-a-bitch” no corredor da escola, ela foi para um encontro dos AA. Sem ser diferente nesse episódio, essas cenas sempre garantem boas risadas. Estava indo tudo bem até ela começar a falar da forma que era tratada pela mãe e ver que a própria estava na platéia. Na cena seguinte, vemos que a progenitora de Christy é meio parecida com Charlie Harper. Referência vinda do Chuck ou não, até dando em cima de alguém eles se parecem. Outra frase marcante do episódio é “Enquanto as outras mães cozinhavam o jantar, você cozinhava metanfetamina”. Foi aí que comecei a perceber que Christy quer ser diferente da mãe, mas acaba cometendo os mesmos erros e vê sua filha agindo que nem ela na adolescência.

Voltando ao trabalho, temos o encontro da Mom com o chefe e sua esposa. Não achei que acrescentou algo, a não ser pelo fato dela ser integrante de um triângulo amoroso. Pra aumentar o número de histórias do episódio, também tem o pai de Roscoe (filho mais novo) fazendo uma visita, obviamente pra pedir favores, mais precisamente 2 mil dólares pra comprar maconha. Mas o ponto alto dessa cena foi o namorado da filha (sem camisa, um Jacob da vida) firmando presença na casa, além da visita do amante de Christy se lamentando por não poder divorciar da esposa. Agora que vemos claramente o que ela quer ser diferente com a filha de como a mãe era com ela.


Com uma episódio corrido e cheio de histórias, espero que a série cresça ou pelo menos se mantenha até o fim da temporada, pretendo continuar a assistir. Espero que tenham gostado da review, até semana que vem!

The Blacklist | Review 1x01 Pilot e Primeiras Impressões

O episódio começa com um dos criminosos mais procurados pelos Estados Unidos simplesmente entrando na sede do FBI, se rendendo de livre e espontânea vontade (e ainda faz isso com classe). Sua reação nesse momento é mais ou menos: WTF????

    Esse mesmo criminoso é preso numa cela de segurança máxima e de repente começa a passar informações sobre outro criminoso de alto nível. 

   Não dá pra entender absolutamente nada do que está acontecendo. Principalmente quando Raymond Reddington exige a presença de Elizabeth Keen. Mas quem é Elizabeth Keen?

   Elizabeth (carinhosamente apelidada de Lizzy), é uma nova agente do FBI, que estava começando a trabalhar exatamente naquele dia, em algum departamento da central. Mas antes que ela pudesse sair de casa, é parada por um helicóptero gigante e alguns carros. Neles haviam agentes do FBI pedindo para que ela viesse com eles.

   Chegando lá, Lizzy não fazia ideia de quem era Reddington, mas o desconhecimento não era recíproco, pois ele sabia cada detalhe da vida dela. Isso foi assustador.

   O restante do episódio se resume nele (Red) dando pistas mais que certeiras sobre o sequestro da filha de um Governador americano. Lizzy era a única que podia estabelecer contato com ele, e dessa forma foram levando a investigação até concluírem, achando o bandido e recuperando a criança.

   The Blacklist teve, sem dúvida, um piloto incrível. Eu arrisco a dizer que foi o melhor que eu já vi (apenas minha humilde opinião). Ainda é muito cedo pra garantir um futuro com várias temporadas, mas se tirarmos por base o piloto, com certeza existe história para vários anos. 

   Cheia de mistérios e acontecimentos intrigantes, o que prende bastante o público, The Blacklist vem com tudo para essa Fall Season, e eu acredito que agrade bastante. 

   Li em alguma fonte que The Blacklist era a mistura de Homeland e Hannibal (o personagem, não a série). Bom, eu não acompanho nenhum dos dois, portanto não sei dizer se essa informação procede, mas analisando a série isolada, me perdoem o uso da palavra, mas é uma puta série! 

   Em menos de 45 minutos de episódios, acontece muita coisa. Um crime é solucionado, um criminoso fugitivo (dado como morto) é preso. O marido de Elizabeth é esfaqueado. 

   O maior mistério até agora, gira em torno de Raymond. Quem é ele? Por que ele está ajudando? De onde vem tanto conhecimento sobre Lizzy? De que lado ele está? 

   Tantas perguntas que criam inúmeras expectativas para a série, e eu espero que ela não desaponte. 

   No final do episódio, logo depois que o criminoso foi preso com a ajuda de Red, os agentes do FBI dizem que tudo estava acabado, agora que o crime já fora resolvido.

   "Foi divertido, vamos fazer de novo" diz Raymond. Dessa forma é que nós descobrimos de onde vem o nome "Blacklist".

   Blacklist (ou Lista Negra) nada mais é que uma lista com nomes de criminosos que o governo dos EUA mal sabe que existe. A lista que vem sendo cultivada por Reddington há mais de 20 anos, traz nomes de hackers, espiões, e todos os tipos de criminosos.

   Raymond sugere uma parceria com o FBI, desde que sejam feitas as coisas sob as exigências dele. Dentre elas, a última e mais importante é: ele só fala com Elizabeth Keen. 

   
   Outro mistério que intriga, gira em torno do marido de Elizabeth. Durante o episódio, Red fala que ela não sabe a verdade sobre o companheiro... No fim do episódio, ela acha uma caixa escondida, com dinheiro, uma arma, e vários passaportes com identidades falsas de seu marido, que supostamente chama Tom. Então, quem é o marido de Lizzy? Quem é Lizzy? Quem é Raymond? 

   Aguardando ansiosamente o próximo episódio porque né.
 
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